quarta-feira, 8 de julho de 2009

Entrevista a José Avillez (excerto I)

"No El Bulli, meia-noite, meia noite e meia acaba-se o serviço e eu, habituado a mandar em mim mesmo, subo ao balneário e vou ver o telemóvel, ver se tinha mensagens, chamadas porque ainda cá estava. Entra um sub-chefe que tinha ido à casa de banho e deu logo cabo de mim. Quem é que me tinha dado autorização? etc. Chamou os estagiários todos e depois à frente de todos disse que eu era um péssimo exemplo, nunca pode acontecer. Entrei com o pé contrário. E nas primeiras três semanas fizeram-me a vida quase num inferno." José Avillez em entrevista a Isabel Lucas, Outlook/Semanário Económico, 4 Julho 09

Nota: em breve publicaremos a entrevista integral ( a versão de 8 páginas que saiu no jornal correspondeu apenas a metade da conversa entre os dois...)

4 comentários:

L.A. disse...

Publiquem é na integra. O que não saiu ;-)

LA

Miguel Pires disse...

Meu caro Luis,

a versão integral está a ser editada. Penso que dentro de um, dois dias, já estremos emcondições de a publicar. Até lá fica lá uns "warm ups" :)

Anónimo disse...

Ai ai, que romantismo.. Este menino é mesmo levado ao colinho..
Ler livros do mugaritz, el bulli ou ducasse também eu lei e imito as receitas, sái-me tudo perfeito, e não sou cozinheiro..
È o país que temos... Só com cunhas, se fosse um mal humurado qualquer era crucificado por plagiar, mas como é o bébé..

António de Oliveira S.

Miguel Pires disse...

Ainda bem que o Avillez é levezinho. Se fosse o Gemelli seria bem mais difícil de ser levado ao “colinho”.

Caro António, não quer esclarecer-nos sobre o que insinua? E já agora, não quer enviar-nos umas fotos (ou de preferência, um vídeo) com as suas receitas perfeitas dos locais que cita para podermos publicá-las aqui?

Se o fizesse talvez não ficássemos com a impressão que pertence a uma parte do país que temos que privilegia a inveja, a má-língua, e o pseudo anonimato (e já agora a má ortografia), em vez de uma argumentação válida.